Açores - Novembro 2010

Missão de reconhecimento - 4 ilhas, 5 dias, um destino...
Faial - a cidade da Horta é uma urbe pequena, com 2 ruas principais, mas muito bem recuperada, numa traça colonial, e debruçada sobre a marina e os veleiros. Bela vista para a ilha do Pico e São Jorge, a pouca distancia de barco ou avião.
Recomendo um gin (ou mais) no Peter's e conversa com os velejadores num final de tarde e noite bem passado, ou uma visita ao café central em art deco. Passeio no interior da ilha e seus vulcões... lindo!
Terceira - Angra do Heroismo é património da humanidade. É uma cidade com estilo colonial, belas casas, palacetes... Muito bem recuperada. Porém desiludiu-me porque não passa disso.
Santa Maria - Uma ilha que desilude ao primeiro impacto e só depois de passear-mos e conhecer-mos os seus cantos é que lhe damos o real valor. Vila do Porto não tem nada de interessante. Apenas o restaurante do porto de pesca com bom polvo e peixe. É uma ilha de contraste com a zona sul mais agreste, plana, de lembrar a costa vicentina no continente(!) e o lado norte montanhoso, escarpado, verdejante com a flora em todo o seu apogeu, bem ao estilo açoreano.
S. Miguel - Ponta Delgada é uma cidade a sério, ao nível do Funchal ou quiçá superior. Vi Lagoa e claro fui a Rabo de Peixe. Não fui ao interior porque estava a chover e nublado e perdi as cascatas, a lagoa das sete cidades...

Os Açores é ,talvez, dos sitios mais belos onde já estive, e foi nas ilhas mais pequenas que me senti melhor, mais acarinhado. É surpreendente ver as vacas a "escalar" os montes mas, digo eu, deve ser para regalarem os olhos com a vista de cortar a respiração.

Madeira - Outubro 2010

O nosso caríssimo jardim! Entendam caríssimo como quiserem!
É uma ilha muito bonita, florida, modernizada, em que se bebe poncha saborosíssima... mas que, para mim pessoalmente, perde o encanto tal a quantidade de scut's, tuneis, vias rápidas... Estamos numa ilha e quanto mais depressa andarmos mais depressa esbarramos no mar!
Vale a pena? Vão lá ver e digam-me!

Amesterdão - Setembro 2010

Cheira bem, cheira a Amsterdão!
Ups, acho que não é bem assim.
É uma cidade fantástica, organizada, tolerante, respeitosa, cordial e simpática.
A fazer: passear nas margens dos canais, desfrutar de uma esplanada ao sol, ver grandes obras de pintores impressionistas, passear de barco, ir aos mercados de rua... É uma cidade que se dá ao passeio e à desfrutação pedonal... Cuidado com as bicicletas que têm sempre prioridade!
Afinal há vida para lá do red light district! E que vida! A não perder!

São Tomé e Principe - Abril 2009


A natureza de São Tomé é luxuriante, verde vivo, infindável, com uma flora de coqueiros, bananeiras, flores, fetos... Cascatas de água que desaguam em praias de sonho.
Em contraste com o seu povo que é miserável, paupérrimo, pedinte, porém feliz na sua simplicidade e no seu jeito "leve-leve".
Fiquei no Hotel Pestana Ilheu das Rolas, em que 1,5L de água custam 4€ e as refeições no bar golfinho são pizza 9€, prato do dia 11€, cerveja 2,5 a 3,5€... Na aldeia dos pescadores come-se peixe fresco grelhado om fruta pão e banana frita por 10€ pax com cerveja. Fiz o batismo de mergulho e é fantástico.
Dormi uma noite na Roça de S. João dos Angolares, onde tive oportunidade de degustar uma refeição confecionada pelo Chefe João do programa tv Roça com os Tachos. Foi o melhor jantar que comi por terras do equador, cozinha são tomense gourmet. Altamente reomendável! Louvável o trabalho de desenvolvimento cultural e artistico que ele está a implementar na Roça.
Em São Tomé visitei a fabrica do chocolate (ou melhor fiz uma fantástica degustação de chocolate), alugei um jeep e fui até Guadalupe, praia das conchas, das tartarugas,a enorme roça Agostinho Neto, no norte.
No interior visitei a cascata de São Nicolau, jardim botânico, cascata de Bombaim e roça de Bombaim. Pode-se conduzir com a carta portuguesa, dando prioridade sempre à direita até nas rotundas e businar sempre!
Um pais cujas infra-estruturas existentes são as deixadas pelos portugueses à 30 anos atrás e que estão semi destruidas. Só tem uma estrada alcatroada que tem mais buracos que alcatrão.
Porém é "um pequeno paraíso com alguns infernos dentro" - Chefe João, ou como um são tomense disse "O que Deus nos deu é bom o que homem faz nem por isso".

BEJAR - passagem de ano 2009


A apenas 60km de Salamanca, uma serra com 2.369 m de altitude, com 20 pistas de esqui, http://www.sierradebejar-lacovatilla.com/ . Esquei pela primeira vez e foi estupendo! É uma sensação fantástica! (Apesar das quedas!)
Recomendo uma visita a Candelario, aldeia do séc XVII, quase intacta, que parece exalar o fumo dos fumeiros dos "embutidos" e do "ramon". Ficámos em Valdesangil, na casa la escuela http://www.valdesangil.com e foi impecável, porém há muito alojamento a preços acessiveis, em pequenas aldeias nos arredores de Bejar.
Sugestão: pelo caminho visitem Salamanca e Cidade Rodrigo, para quem vai do norte.

DUBLIN - outubro 2008







-A Guiness, please!
Ir a Dublin beber uma Guiness nos típicos pub irlandeses, conversar com os afáveis irlandeses, desfrutar das esplanadas com aquecedores, beber um capuccino e comer um muffi, conhecer um pouco da história da Irlanda no castelo, visitar a fábrica da Guiness, entrar na universidade da capital, visitar os mercados, ouvir musica por tudo quanto é sitio ou simplesmente perdermo-nos nas ruelas, mas se ainda não estão convencidos, só vos digo:
-A Guiness, please!
ps- ficámos no hostel Barnacle, em Temple Bar, mesmo no centro da movida. Recomendo.

TANZANIA II - SELOUS PARK - junho 2008


O Selous é a maior reserva da Tanzania, equivalente à Suiça e Dinamarca juntas, atravassado pelo rio Rufiji, com 3600 hipópotamos, crocodilos, lagartos...
Aterrámos numa pista de terra no meio da savana com os babuínos a fugirem à nossa frente.
Em Swahili safari significa procurar e só quem o faz compreende o seu significado!
Para além dos referidos animais, vimos elefantes, hienas, leões, búfalos, gnos, wild pigs, girafas, impalas, enorme variedade de pássaros...
Programámos o safari com o Sr. Salum, da Blue Lagoon Tours, com avião, guia, cozinheiro, alojamento em bungalow no Selous River Bank Lodge, 4 dias, safari de jeep, a pé e de barco.
A savana africana presenteou-nos com uma magnitude de sentimentos de aventura, isolamento, beleza... O pôr-do-sol é sublime e as palavras quedam-se! Isto é a Mãe África!!